Apesar da grande expectativa dos agricultores para o próximo dia 19 de março, dia de São José, data que eles consideram como termômetro para saber se o inverno será bom ou ruim, os pluviômetros da Emparn já registram chuvas em 27 municípios do estado.
Das 7:00 horas da última sexta-feira (12) até às 7:00 horas de hoje (15) choveu em todas as mesorregiões do Estado. A maior precipitação foi registrada no município de São Fernando, na Região Central, com 31 milímetros, seguido de Caicó, Baía Formosa e Pedro Velho, com 18 milímetros cada.
A expectativa dos meteorologistas da Emparn é que com o início da temporada de chuvas (mesmo com o a previsão de um inverno abaixo da média), a temperatura diminua, deixando a sensação térmica mais agradável.
terça-feira, 16 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Dicas de português, uso do acento grave (crase)
Licença, majestade?
Ninguém segura. A campanha eleitoral ganhou ruas e palanques. Dilma, Serra, Aécio, Ciro & cia. fazem e acontecem para aparecer. Vale tudo. Sorrisos, abraços e beijinhos viram chavão. Só perdem pra criancinha no colo. Dilma abusou. Inaugurou hospital construído sem um níquel do governo federal. Serra foi além. Inaugurou maquete de ponte.
Pra ficar bem na foto, os candidatos contratam marqueteiros. Fantasiam-se de bonzinhos, trabalhadores e competentes. Ensaiam o discurso. Esbanjam próclises e mesóclises. Acertam formas rizotônicas e arrizotônicas. Sobretudo evitam o eu. O pronomezinho dá a impressão de arrogância. Rouba votos. A saída? Pedir socorro ao plural de modéstia. Ou, se preferir outro nome, plural majestático. Em vez do eu, eles usam nós.
"Nós somos experiente. Construiremos a ponte", disse Serra diante da maquete. "Nós não somos excludente. Governaremos para todos", jurou Dilma. "Nosso governo construiu o Centro Administrativo", lembrou Aécio Neves. "Quem criou o Bolsa Família foi nossa equipe", frisou FHC. Viu? É tudo mentirinha. O nós continua eu. Por isso o apelo para a falsa modéstia impõe regras. O verbo vai para o plural. Mas adjetivos e substantivos não.
Se deixassem a majestade pra lá, os candidatos conjugariam o verbo assumir. "Eu sou experiente. Construirei a ponte", diria Serra. "Eu não sou excludente. Governarei para todos", juraria Dilma. "Meu governo construiu o Centro Administrativo", lembraria Aécio. "Quem criou o Bolsa Família foi minha equipe", frisaria FHC.
Moral da opereta: na campanha, os candidatos se embalam para presente. A língua também.
Sei que a crase não foi feita pra humilhar ninguém. Mas causa estragos. Há alguma dica para acertar sempre?
Ufa! A crase dá nós nos miolos. Como desatá-los? É fácil como andar pra frente. Siga o roteiro:
Primeiro passo: Desvendar o segredo do acentinho
Crase é como aliança no anular esquerdo. Avisa que estamos diante de ilustre senhora casada. A preposição a se encontra com outro a. Pode ser artigo ou pronome demonstrativo. Os dois se olham. O coração estremece. Aí, não dá outra. Juntam os trapinhos e viram um único ser.
Segundo passo: Descobrir se existem dois aa
Para que a duplinha tenha vez, impõem-se duas condições. Uma: estar diante de uma palavra feminina. A outra: estar diante de um verbo, adjetivo ou advérbio que peçam a preposição a: Vou à piscina da Água Mineral.
O verbo ir pede a preposição a (quem vai vai a algum lugar). O substantivo piscina adora o artigo (a piscina da Água Mineral fica na Asa Norte).Resultado: a + a = à
Terceiro passo: Apele para o macete
Na dúvida, recorra ao tira-teima. Substitua a palavra feminina por uma masculina. (Não precisa ser sinônima.) Se no troca-troca der ao, não duvide. É crase na certa:
Vou à piscina. (Vou ao clube.)
João é fiel à namorada. (João é fiel ao amigo.)
Relativamente à questão, nada posso fazer. (Relativamente ao problema, nada posso fazer.)
Vale a pergunta: Se é tão simples, por que tantos tombam tanto? Acredite. A resposta está no artigo. Nossa dificuldade não reside na preposição, mas no saber se aparece artigo ou não
Troca-troca
Gilmar Mendes deixa a presidência do STF. Cezar Peluso o substituirá. Vale a questão: Peluzo sucederá Gilmar ou sucederá a Gilmar? No sentido de substituir, entrar em lugar de outro, o verbo é transitivo indireto. Exige a preposição a: Peluso sucederá a Gilmar. O filho sucedeu ao pai. A noite sucede ao dia.
É assim
Subsídio se pronuncia como subsolo. Guido Mantega não sabe disso.
Ninguém segura. A campanha eleitoral ganhou ruas e palanques. Dilma, Serra, Aécio, Ciro & cia. fazem e acontecem para aparecer. Vale tudo. Sorrisos, abraços e beijinhos viram chavão. Só perdem pra criancinha no colo. Dilma abusou. Inaugurou hospital construído sem um níquel do governo federal. Serra foi além. Inaugurou maquete de ponte.
Pra ficar bem na foto, os candidatos contratam marqueteiros. Fantasiam-se de bonzinhos, trabalhadores e competentes. Ensaiam o discurso. Esbanjam próclises e mesóclises. Acertam formas rizotônicas e arrizotônicas. Sobretudo evitam o eu. O pronomezinho dá a impressão de arrogância. Rouba votos. A saída? Pedir socorro ao plural de modéstia. Ou, se preferir outro nome, plural majestático. Em vez do eu, eles usam nós.
"Nós somos experiente. Construiremos a ponte", disse Serra diante da maquete. "Nós não somos excludente. Governaremos para todos", jurou Dilma. "Nosso governo construiu o Centro Administrativo", lembrou Aécio Neves. "Quem criou o Bolsa Família foi nossa equipe", frisou FHC. Viu? É tudo mentirinha. O nós continua eu. Por isso o apelo para a falsa modéstia impõe regras. O verbo vai para o plural. Mas adjetivos e substantivos não.
Se deixassem a majestade pra lá, os candidatos conjugariam o verbo assumir. "Eu sou experiente. Construirei a ponte", diria Serra. "Eu não sou excludente. Governarei para todos", juraria Dilma. "Meu governo construiu o Centro Administrativo", lembraria Aécio. "Quem criou o Bolsa Família foi minha equipe", frisaria FHC.
Moral da opereta: na campanha, os candidatos se embalam para presente. A língua também.
Sei que a crase não foi feita pra humilhar ninguém. Mas causa estragos. Há alguma dica para acertar sempre?
Ufa! A crase dá nós nos miolos. Como desatá-los? É fácil como andar pra frente. Siga o roteiro:
Primeiro passo: Desvendar o segredo do acentinho
Crase é como aliança no anular esquerdo. Avisa que estamos diante de ilustre senhora casada. A preposição a se encontra com outro a. Pode ser artigo ou pronome demonstrativo. Os dois se olham. O coração estremece. Aí, não dá outra. Juntam os trapinhos e viram um único ser.
Segundo passo: Descobrir se existem dois aa
Para que a duplinha tenha vez, impõem-se duas condições. Uma: estar diante de uma palavra feminina. A outra: estar diante de um verbo, adjetivo ou advérbio que peçam a preposição a: Vou à piscina da Água Mineral.
O verbo ir pede a preposição a (quem vai vai a algum lugar). O substantivo piscina adora o artigo (a piscina da Água Mineral fica na Asa Norte).Resultado: a + a = à
Terceiro passo: Apele para o macete
Na dúvida, recorra ao tira-teima. Substitua a palavra feminina por uma masculina. (Não precisa ser sinônima.) Se no troca-troca der ao, não duvide. É crase na certa:
Vou à piscina. (Vou ao clube.)
João é fiel à namorada. (João é fiel ao amigo.)
Relativamente à questão, nada posso fazer. (Relativamente ao problema, nada posso fazer.)
Vale a pergunta: Se é tão simples, por que tantos tombam tanto? Acredite. A resposta está no artigo. Nossa dificuldade não reside na preposição, mas no saber se aparece artigo ou não
Troca-troca
Gilmar Mendes deixa a presidência do STF. Cezar Peluso o substituirá. Vale a questão: Peluzo sucederá Gilmar ou sucederá a Gilmar? No sentido de substituir, entrar em lugar de outro, o verbo é transitivo indireto. Exige a preposição a: Peluso sucederá a Gilmar. O filho sucedeu ao pai. A noite sucede ao dia.
É assim
Subsídio se pronuncia como subsolo. Guido Mantega não sabe disso.
Diário de Natal
Liturgia do dia: 4º Domingo da Quaresma
Evangelho (Lucas 15,1-3.11-32)
— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 1os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus: “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”.
3Então Jesus contou-lhes esta parábola:
11“Um homem tinha dois filhos. 12O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles.
13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. 14Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade.
15Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. 16O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam.
17Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. 18Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; 19já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’.
20Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos.
21O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’.
22Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. 23Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. 24Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa.
25O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. 26Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo.
27O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’.
28Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. 29Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. 30Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’.
31Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. 32Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado’.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 1os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus: “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”.
3Então Jesus contou-lhes esta parábola:
11“Um homem tinha dois filhos. 12O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles.
13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. 14Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade.
15Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. 16O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam.
17Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. 18Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; 19já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’.
20Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos.
21O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’.
22Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. 23Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. 24Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa.
25O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. 26Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo.
27O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’.
28Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. 29Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. 30Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’.
31Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. 32Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado’.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
sábado, 13 de março de 2010
Mais um Restaurante Popular
O município de Apodi, distante 328 km de Natal, vai receber nesta segunda-feira (15), a 16ª unidade do Restaurante Popular. O equipamento foi instalado na Rua João Nogueira, 103, Centro. A inauguração com a presença da governadora Wilma de Faria e do secretário estadual do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social, Gercino Saraiva, acontece às 18h30. O Restaurante Popular de Apodi vai oferecer 500 refeições diárias pelo preço simbólico de R$ 1.
Com o funcionamento dos 15 restaurantes, o Governo do Estado realiza um investimento anual de mais de R$ 14 milhões. Além do equipamento de Apodi, que receberá recursos na ordem de R$ 950 mil, mais seis unidades serão inauguradas nas cidades de Mossoró, Macau, João Câmara, Canguaretama, Ceará-Mirim e Santa Cruz, o que vai representar um incremento de quase R$ 9,3 milhões por ano, totalizando um investimento de mais de R$ 23,3 milhões em 2010.
O projeto social tem como finalidade fornecer alimentação saudável à população carente e simultaneamente realizar um trabalho de educação alimentar como propõe as Normas Sanitárias e Recomendações Nutricionais. De acordo com a nutricionista e coordenadora do Movimento de Integração e Orientação Social (MEIOS), Vera Barbosa, os cardápios são repassados das empresas para o MEIOS no 20° dia do mês. Nesse tempo, os pratos são analisados para que em todos os dias estejam presentes as 1,5 mil calorias necessárias para alimentação balanceada de um trabalhador adulto.
Nas cidades em que são implantados os Restaurantes Populares, há um forte movimento na economia local, segundo explica o coordenador operacional de desenvolvimento social da Sethas, Tomaz Pereira de Araújo Neto. “Cada estabelecimento gera cerca de 16 empregos diretos, sendo os funcionários contratados na própria localidade”. “Além disso, os produtos de gênero alimentício a serem oferecidos na composição das refeições, tais quais carnes e legumes, são adquiridos na própria cidade”, completou o coordenador. De acordo com Tomaz Neto a instalação dos novos restaurantes vai contabilizar a criação de 108 novos empregos diretos.
As cidades de Natal (nos bairros de Igapó, Alecrim e Centro Administrativo), Macaíba, Mossoró, Assú (Centro e Frutilândia), Currais Novos, Caicó, Nova Cruz, Parnamirim, São Paulo do Potengi, Pau dos Ferros, Parelhas e Extremoz já foram beneficiadas com a chegada dos Restaurantes Populares. Quando as 22 unidades estiverem funcionando, serão cerca de 21 mil refeições distribuídas por dia.
CEF abre concurso para provimento de vagas
A Caixa Econômica Federal (CEF) divulgou nesta sexta-feira (12) três editais dos concursos para formação de cadastro reserva em todos os estados do país. A seleção é uma das mais esperadas pelos candidatos no país. As vagas são de nível médio e superior. Os salários variam de R$ 1.452 a R$ R$ 6.571.
As vagas para nível médio são para o cargo de técnico bancário. O salário é de R$ 1.452, para uma carga horária de 30 horas semanais.
As chances de nível médio estão divididas em dois concursos. Um deles é para vagas nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, enquanto que o outro abre oportunidade os demais estados.
As vagas para nível médio são para o cargo de técnico bancário. O salário é de R$ 1.452, para uma carga horária de 30 horas semanais.
As chances de nível médio estão divididas em dois concursos. Um deles é para vagas nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, enquanto que o outro abre oportunidade os demais estados.
As atribuições do cargo são de atendimento aos clientes e ao público em geral e execução de atividades administrativas, de programas e serviços do banco.
O outro concurso é para nível superior. As chances são para advogado, arquiteto e engenheiro nas áreas civil, elétrica e mecânica. A carga horária desses postos é de 40 horas semanais, com salário de R$ 6.571.
Serão oferecidos benefícios como auxílio-refeição e alimentação, cesta-alimentação, plano de saúde, plano de previdência complementar e participação nos lucros e resultados.
As inscrições devem ser feitas pelo site www.cespe.unb.br, das 10h de 19 de março às 23h59 de 6 de abril. A taxa é de R$ 27 para nível médio e de R$ 60 para nível superior.
O outro concurso é para nível superior. As chances são para advogado, arquiteto e engenheiro nas áreas civil, elétrica e mecânica. A carga horária desses postos é de 40 horas semanais, com salário de R$ 6.571.
Serão oferecidos benefícios como auxílio-refeição e alimentação, cesta-alimentação, plano de saúde, plano de previdência complementar e participação nos lucros e resultados.
As inscrições devem ser feitas pelo site www.cespe.unb.br, das 10h de 19 de março às 23h59 de 6 de abril. A taxa é de R$ 27 para nível médio e de R$ 60 para nível superior.
Podem solicitar isenção da taxa membros de famílias de baixa renda inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O benefício poderá ser solicitado no mesmo site e período das inscrições.
A seleção inclui prova objetiva para todos os cargos. Os candidatos aos cargos de nível superior terão também avaliação de títulos.
A seleção inclui prova objetiva para todos os cargos. Os candidatos aos cargos de nível superior terão também avaliação de títulos.
Provas
As provas objetivas para nível superior e técnico bancários nos estados do Rio e São Paulo estão previstas para acontecerem no dia 9 de maio. Já as provas objetivas para técnico bancário nos demais estados acontecerão em 16 de maio.
As provas objetivas para nível superior e técnico bancários nos estados do Rio e São Paulo estão previstas para acontecerem no dia 9 de maio. Já as provas objetivas para técnico bancário nos demais estados acontecerão em 16 de maio.
"Estatuto" do PCC é encontrado em Alcaçuz
Diário de Natal
Durante uma aula prática no Presídio de Alcaçuz, no município de Nísia Floresta, região metropolitana de Natal, cerca de 300 alunos do curso de agente penitenciário realizaram uma revista na unidade prisional e tiveram uma supresa: um caderno foi encontrado com o estatuto da facção criminosa paulista PCC (Primeiro Comando da Capital) em uma das celas. Segundo o coordenador de administração penitenciária do estado, José Deques, o setor de inteligência do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) agora investigará qual ligação o detento Elias Freitas Ferreira, dono do caderno, tem com a organização.José Deques conta que o objeto foi encontrado durante uma aula prática feita com uma das turmas de agentes penitenciários aprovados no último concurso. Com apoio de instrutores, os alunos fizeram uma revista em todo o pavilhão 1. Foram encontrados ainda 15 aparelhos celulares, chips e armas artesanais.
O coordenador da Coape explica que o caderno encontrado continha, escrito à mão, os 22 artigos do estatuto do PCC, com princípios a serem seguidos pela organização criminosa, com o objetivo de "defender os direitos" dos detentos. Ele estava com o detento Elias Freitas, que cumpre pena por um homicídio, praticado na capital potiguar. "Ainda vamos investigar a relação dele com o PCC".
O Primeiro Comando da Capital é uma facção criminosa paulista, fundada em 31 de agosto de 1993 por oito detentos do da Casa de Custódia de Taubaté, que acolhia presos de alta periculosidade no estado de São Paulo. A pretensão do grupo era o de "combater a opressão no sistema prisional paulista" e vingar a morte dos detentos no chamado "massacre do Carandiru", no qual 111 presos foram mortos pela Polícia Militar de São Paulo durante uma rebelião no presídio da capital, em 2 de outubro de 1992. A organização já organizou diversas rebeliões, inclusive simultâneas, em vários presídios do Sudeste do país. Em maio de 2006, o PCC instalou o caos na capital paulista, coordenando assassinatos de policiais, guardas municipais e bombeiros.
O coordenador da Coape explica que o caderno encontrado continha, escrito à mão, os 22 artigos do estatuto do PCC, com princípios a serem seguidos pela organização criminosa, com o objetivo de "defender os direitos" dos detentos. Ele estava com o detento Elias Freitas, que cumpre pena por um homicídio, praticado na capital potiguar. "Ainda vamos investigar a relação dele com o PCC".
O Primeiro Comando da Capital é uma facção criminosa paulista, fundada em 31 de agosto de 1993 por oito detentos do da Casa de Custódia de Taubaté, que acolhia presos de alta periculosidade no estado de São Paulo. A pretensão do grupo era o de "combater a opressão no sistema prisional paulista" e vingar a morte dos detentos no chamado "massacre do Carandiru", no qual 111 presos foram mortos pela Polícia Militar de São Paulo durante uma rebelião no presídio da capital, em 2 de outubro de 1992. A organização já organizou diversas rebeliões, inclusive simultâneas, em vários presídios do Sudeste do país. Em maio de 2006, o PCC instalou o caos na capital paulista, coordenando assassinatos de policiais, guardas municipais e bombeiros.
Acaba greve dos professores estaduais
Os professores da rede estadual de ensino decidiram, ontem, encerrar a greve durante assembleia na Escola Estadual Winston Churchill. A votação foi apertada, mas a maioria dos presentes aceitou a proposta encaminhada pelo governo do estado e encerrou a paralisação iniciada dia 1º de março. Após a votação, um grupo de professores gritava as palavras "golpista" e "traidora" se referindo à direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (Sinte/RN).Além do aumento de 15% no vencimento básico, sendo 7,86% já no mês de março e 7,15% a partir de 1º de julho, os professores foram beneficiados com a instituição de uma comissão a partir de abril para revisar o Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) do Magistério Público Estadual, constituição de uma comissão - também em abril - para elaborar o PCCS dos servidores técnicos e administrativos, realização de um concurso público ainda este ano para o preenchimento de quatro mil vagas, sendo 1,5 mil para pedagogos e 2,5 mol para as demais licenciaturas.
Ainda segundo a proposta, a categoria receberá continuidade nas publicações de promoção vertical, encaminhará à Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos de todos os processos de aposentadoria, terá extensão da licença maternidade de quatro meses para seis meses, concessão de licença prêmio a partir de julho de 2010 e pagamento de promoções horizontais em agosto, setembro e outubro de 2006 a partir de maio deste ano.
De acordo com Fátima Cardoso, coordenadora geral do Sinte/RN, as principais reivindicações dos professores foram atendidas pelo governo. O aumento sugerido pelo governo vai deixar o salário dos professores do estado quase igual ao piso nacional que é de R$ 1.131,00. "A proposta não é satisfatória, mas traz ganhos reais para a categoria, especialmente o plano de cargos dos funcionários e a extensão da correção salarial para os aposentados", comentou.
Alunos
Alunos da rede estadual foram até à escola acompanhar a votação e comemoraram a suspensão da greve. Estudante do 2º ano do turno vespertino do Colégio Atheneu, Alan Pereira, 23, era um dos mais animados com a decisão. Segundo ele, sua turma só estava tendo aula de história. "Essa paralisação estava prejudicando muitos estudantes. Agora sim vamos poder dar continuidade em nossos estudos", comemora. Aproximadamente 350 mil alunos foram prejudicados com a greve. Dos 20 mil professores que compõem a rede estadual de ensino, cerca de 60% aderiram à paralisação. Na próxima segunda-feira o ano letivo voltará ao normal.
Ainda segundo a proposta, a categoria receberá continuidade nas publicações de promoção vertical, encaminhará à Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos de todos os processos de aposentadoria, terá extensão da licença maternidade de quatro meses para seis meses, concessão de licença prêmio a partir de julho de 2010 e pagamento de promoções horizontais em agosto, setembro e outubro de 2006 a partir de maio deste ano.
De acordo com Fátima Cardoso, coordenadora geral do Sinte/RN, as principais reivindicações dos professores foram atendidas pelo governo. O aumento sugerido pelo governo vai deixar o salário dos professores do estado quase igual ao piso nacional que é de R$ 1.131,00. "A proposta não é satisfatória, mas traz ganhos reais para a categoria, especialmente o plano de cargos dos funcionários e a extensão da correção salarial para os aposentados", comentou.
Alunos
Alunos da rede estadual foram até à escola acompanhar a votação e comemoraram a suspensão da greve. Estudante do 2º ano do turno vespertino do Colégio Atheneu, Alan Pereira, 23, era um dos mais animados com a decisão. Segundo ele, sua turma só estava tendo aula de história. "Essa paralisação estava prejudicando muitos estudantes. Agora sim vamos poder dar continuidade em nossos estudos", comemora. Aproximadamente 350 mil alunos foram prejudicados com a greve. Dos 20 mil professores que compõem a rede estadual de ensino, cerca de 60% aderiram à paralisação. Na próxima segunda-feira o ano letivo voltará ao normal.
Assinar:
Postagens (Atom)
