sexta-feira, 1 de abril de 2011

Tem início hoje mais um Cerco de Jericó da RCC Renovação Carismática Católica em Caicó


A Renovação Carismática Católica de Caicó inicia, hoje, o 22º Cerco de Jericó que tem como tema: "Mas aqueles que contam com o Senhor renovem sua forças" (Isaias 40,31a), na Casa de Evangelização Kadoshy em frente ao Dom Wagner.
O cerco se realiza com sete dias e seis noites de adoração ao Santíssimo Sacramento, uma excelente oportunidade para agradecermos a Deus as bençãos recebidas em nossa vida, como também suplicarmos por nossas necessidades. Participe!

Comerciantes caicoenses recebem quiosques do mercado

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Os comerciantes do Mercado Público irão receber os quiosques neste sábado e domingo onde estarão realizando a limpeza e organização das mercadorias, para que o funcionamento tenha início na próxima segunda-feira (04/04). 

Foram construídos 94 quiosque e alguns critérios elaborados pelo Ministério Público para a entrega a população”, disse Claudio Ovídio, Presidente da Associação dos Comerciantes do Mercado Público.

Para adquirir um espaço nas novas instalações do Mercado, o comerciante tem que estar em funcionamento desde a saída até hoje. Aqueles que antes tinham dois boxes ficaram com apenas um, pois a nova estrutura foi readequada e adaptada pelo Corpo de Bombeiros.
Um pouco de História
O Mercado Público de Caicó funcionou até 1917 em um prédio - inexistente hoje – na Praça da Liberdade. O atual foi inaugurado pelo Intendente (antiga denominação de Prefeito) Cel. Celso Dantas, no dia 23 de fevereiro de 1918, após quatro anos de construção iniciada pelo Intendente Joaquim Martiniano.
Situado no centro comercial da cidade, o Mercado Público abriga os mais variados estabelecimentos comerciais: bares, restaurantes, lojas de calçados e confecções populares. Reúne também pontos e bancas que comercializam produtos da região: comidas típicas (galinha caipira, arroz de leite, buchada, rabada etc), o nutritivo caldo de cana, ervas medicinais, fumo de rolo e utensílios domésticos tradicionais (urupemba, potes, alquidares, redes de dormir etc).
O prédio tem uma concepção arquitetônica eclética, encimada por efígies de Hermes, deus grego do comércio. 
Fonte: Wllana Dantas

Sexualidade humana, um projeto a ser construído Uma fonte indizível de energia e vida

A sexualidade humana é uma fonte indizível de energia e vida. Ela manifesta a liberdade e a responsabilidade do ser humano, revelando-se como uma realidade precisamente educável. Ela pode permanecer pura instintividade, buscando uma gratificação imediata ou pode se tornar projeto a ser construído progressivamente. Também pode ser entendida como uma força encerrada apenas na atividade fisiológica (carne) ou ser vislumbrada como uma realidade que se abre para o transcendente.
A sexualidade é forte. É realidade presente em cada fibra do que nos compõe e que tende a se manifestar em tudo o que somos (personalidade, percepções e desejos), externando por vezes nossas incompletudes e inconsistências. A sexualidade é também uma energia profundamente relacional, que nos lança aos outros fazendo-nos sair de nós mesmos. Assim ela o é em sua essência. Dentro de seu exercício genital ou não, ela é uma energia que gera – ou ao menos deveria gerar – comunhão e abertura, pois revela nossa necessidade dos outros e também nossa capacidade de nos doarmos aos demais.
Entretanto, quando a sexualidade se torna apenas instintividade e genitalidade em vez de abertura, ela gera um cárcere egoísta por meio do qual o outro se torna objeto e não um alguém humano, deixando assim de ser percebido com a sua peculiar dignidade de pessoa.

A sexualidade não é somente um dado, de fato, constatado em nós, mas é também um dado a ser feito e um projeto a ser construído. São inúmeras as deformidades que trazemos em nossa sexualidade em virtude das feridas causadas pela atual cultura – sensualizada e sensualizante. Todavia, ela é também realidade que pode, com muita disciplina (luta) e ascese (espiritualidade), ser educada e direcionada para um projeto de vida maior, em um nobre ideal que supere os instintos e se firme no amor.

Este projeto a ser concretizado se revela como um esforço consciente de educar esta linda energia, direcionando-a ao bem e à abertura às necessidades (verdadeiramente humanas) do outro, fabricando, assim, uma comunhão desinteressada que gere espaços de encontro e interação. Neste processo, a renúncia e a busca de um sentido para ela fazem-se essenciais. Não é que renunciaremos nossas belas potencialidades humanas, mas apenas aprenderemos a utilizá-las de maneira realmente humana – eis o sentido – e não apenas animal, já que a vida nos dotou com vontade e liberdade para nos construirmos.
Não somos obrigados a ceder a instintos animais, antes, somos chamados a viver bem a sexualidade integrando nossas luzes e sombras, e dessa forma, a construí-la no amor e para o amor (autêntico amor). Este é um projeto possível e passível de ser realizado. É questão de decisão e determinação (auxiliados pelo jejum e pela oração) e, também, de querer colocar o que temos como energia em sua real finalidade.
Tal projeto nos liberta fazendo-nos mais gente (pessoa) e nos livrando dos inúmeros automatismos – conscientes e inconscientes – escravizadores que o vício/pecado gera em nós.

Vivamos, pois, com qualidade e construamos, sem medo, este projeto – nossa sexualidade – de vida/liberdade e realização autênticas.

Diácono Adriano Zandoná