quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Promotora cancela processo seletivo da prefeitura de Caicó

A promotora de defesa do Patrimônio Pública, Fladja Raiane de Souza, recomendou o cancelamento do processo seletivo aberto pela prefeitura de Caicó, visando o preenchimento de 220 vagas, com remunerações variam entre R$ 538 e sete mil reais. 
Havia denúncias de que esse processo simplificado serviria para ocupar as vagas dos aprovados no concurso público local, mas que sequer foram convocados. 
Além do cancelamento, a representante do Ministério Público determinou o prazo de 24 horas, para que o prefeito Bibi Costa (PR) justifique a realização do exame. A medida será publicada no Diário Oficial hoje (12).

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fantástico embarca com fuzil em voos pelo país

Na bagagem, havia também açúcar simulando cocaína e R$ 100 mil em notas cenográficas. Eduardo Faustini passou por seis aeroportos internacionais nas cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo.

Esta reportagem serve como um alerta importante para as autoridades: será que os aeroportos brasileiros são mesmo seguros? Será que os milhões de passageiros que circulam por nossos aeroportos podem viajar tranquilos?


Em 1996, no Fantástico, o mesmo repórter Eduardo Faustini montou uma bomba sem material explosivo, mas com um detonador eletrônico ativado e despachou a mala com essa cópia perfeita de uma bomba nos aeroportos do Rio, São Paulo, Brasíla e Belo Horizonte. Em todos eles, o repórter embarcou sem problemas.


Na época, o jornalista William Bonner entrevistou por telefone Adir da Silva, então presidente da Infraero, empresa do Governo Federal responsável pelos aeroportos mais importantes do país. "O senhor teria, para dar ao público brasileiro, que pretende viajar nos próximos meses, um prazo para que os aeroportos brasileiros tenham um sistema de segurança que o senhor considere eficiente?", perguntou Bonner.


"Isso é uma questão de tempo, nós estamos comprando equipamentos. Qual a nossa tarefa atual? Nós estamos querendo passar todas as bagagens no raio X. Vamos fazer um tremendo investimento, estamos avançando", afirmou Adir.


Um anos depois, em 1997, a jornalista Fátima Bernardes anunciava no Fantástico: "Decidimos refazer o teste e embarcar com uma bomba na bagagem, sem explosivo, com o único objetivo de avaliar a segurança desses aeroportos".


Mais uma vez, e nos mesmos aeroportos, a bomba passou na bagagem do repórter sem ser detectada. O Brasil vai receber visitantes do mundo todo para a Copa do Mundo de 2014 e a também para as Olimpíadas de 2016. Será que estamos preparados?


O repórter Eduardo Faustini passou por seis aeroportos internacionais. Todos pertencem a cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo: Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Ele passou também pelo Santos Dumont, no Rio, e Congonhas, em São Paulo.


Tudo isso entre o Natal e o Ano Novo, época de muito movimento nos aeroportos. Para o novo teste, o Fantástico encomendou a um escultor a réplica de aço de um fuzil AR-15, muito usado pelos traficantes no Rio de Janeiro e também pelas forças especiais dos Estados Unidos no Afeganistão.


O AR-15 tem alto poder de destruição. Mas a nossa réplica não atira. Tomamos o cuidado de fazer com que ela não tenha qualquer mecanismo parecido com os do AR-15 de verdade. É só uma escultura.


"É totalmente uma obra de arte, porque ela só está conservando a silhueta original, mas o resto das partes está bem claro que tem as soldas bem em evidência para mostrar que não tem nada a ver com uma arma original. Procuramos também não deixar o furo, que uma coisa que identifica muito a arma é o furo do cano. Não tem furo", explicou o escultor Pedro Santos.


Fizemos mais ainda: botamos também na mala um quilo de açúcar num saco transparente, para simular cocaína e pusemos R$ 100 mil em dinheiro cenográfico, aquele usado em novelas.


Aeroporto Internacional de Guarulhos, estado de São Paulo. Antes de embarcar para Curitiba, o repórter coloca um lacre na mala que leva a réplica do fuzil, as notas e o açúcar.


E lá vai a mala, pronta para ser colocada no porão do avião. No aeroporto de Curitiba, nosso repórter recolhe a mala normalmente.


De Curitiba para Belo Horizonte, o repórter despacha a mala, que está pesada. A mala vai embora sem problemas.


Terceira etapa: estamos em Confins, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte. Do ônibus que leva o repórter Eduardo Faustini e o cinegrafista Luiz Paulo Mesquita até o avião, dá para ver as máquinas de raio X. Mas o uso delas é obrigatório apenas nos voos internacionais, como será explicado mais adiante.


Chegamos a Fortaleza e retiramos a mala tranquilamente. A réplica do fuzil continua lá dentro. Agora deixamos Fortaleza e chegamos ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.


Do Rio vamos a Brasília e de volta pro Rio. Esta já é a sexta viagem e o conteúdo da mala não foi detectado em nenhum aeroporto.


Do Rio voltamos a São Paulo. E do Aeroporto de Congonhas, fomos de ponte aérea para o Santos Dumont, de volta ao Rio. E lá estava ela, a nossa mala vermelha, saindo do avião e aparecendo na esteira de bagagens.


Foram oito voos. Em todos eles passamos facilmente com a réplica do fuzil e mais o açúcar simulando cocaína e as notas de dinheiro de novela. A primeira parte do nosso teste está encerrada.


"Os nossos aeroportos estão com a segurança precária. Eu acredito que até a Copa do Mundo, se não houver uma modificação, e até as Olimpíadas, nós teremos um caos em termos de segurança", declarou Francisco Calixto, da Federação Nacional dos Policiais Federais.


Depois de tanto vai e vem sem que o conteúdo da mala tenha sido detectado, fica a pergunta: por que conseguimos passar tão facilmente por todos esses aeroportos?


"Nos voos nacionais não existe fiscalização de bagagem, de porão. O tráfico de drogas, o tráfico de armas é feito praticamente à vontade", afirmou Calixto.


Veja o que aconteceria se aparelhos de raio X fossem usados nos aeroportos por onde passamos: botamos nossa mala na máquina de uma empresa especializada em segurança. A máquina dá o sinal: dentro da mala existe um objeto com bastante metal e ainda mostra perfeitamente a silhueta de um fuzil.


"O que é azul aqui é a parte metálica dos objetos que estão dentro da máquina. Então, tudo que é azul é metal. Então, a gente pode ver aqui bem nítido o contorno de uma arma", destacou o engenheiro Eduardo Brito.


Além de dar ao operador a imagem completa do que há no interior da mala, a máquina tem um sistema de cores que avisa qual o tipo de material encontrado.


"Em laranja, o que aparece são objetos orgânicos. Então, quando tem uma grande concentração de laranja ou alaranjada, a gente pode considerar que é um objeto orgânico, uma densidade parecida com a de um objeto suspeito, parecido com pó, droga, alguma coisa assim; um pacote. E aqui embaixo, até pela quantidade de quadrados que a gente tem na imagem, a gente pode dizer que pode ser que tenha dinheiro, pode se considerar", explicou o engenheiro.


Quando o material é orgânico, como a cocaína, a máquina tem mais um recurso: ela destaca o objeto para alertar o operador.


Repórter: Teria possibilidade de uma mala dessa passar por uma máquina dessa, no raio X, sem ser detectada aí dentro?


Engenheiro: Não, não.


"Hoje em dia é quase impossível uma mala com uma arma de tal tamanho passar numa inspeção de bagagem de porão não sendo percebida. Isso, nos Estados Unidos, nos países da Europa, por exemplo. E se constata que no Brasil realmente o desafio ainda está pela frente", disse o engenheiro François Peters.


Veja como é feita a segurança nos Estados Unidos. Toda a bagagem despachada pelo passageiro é vistoriada no raio X, inclusive nos voos domésticos. É uma obrigação prevista por lei. Mas essa é uma só uma das tecnologias usadas para que os Estados Unidos não sejam atacados novamente.


O Fantástico entrou na área de segurança do Aeroporto de Newark, Nova Jersey, para acompanhar as buscas por armas, explosivos e drogas. A mala do passageiro é inspecionada sem a presença do dono, que não é autorizado a acompanhar a vistoria. De repente, acende uma luz vermelha. Isso indica a presença de um material suspeito. Pode ser um explosivo.


A bagagem é então separada e passa por uma revista manual. Os agentes federais usam também um paninho. Se essa mala carrega ou carregou explosivos, eles conseguem recolher pedaços da substância impossíveis de serem vistos a olho nu.


Em seguida, o pano é examinado por outra máquina. Sinais sonoros e visuais dão o alerta: será que a mala é de um terrorista? Ou é alarme falso?


Depois de o primeiro teste apresentar alguma suspeita de material explosivo, os funcionários do aeroporto vão limpar a máquina para ver se o problema está no equipamento ou se realmente há algum material suspeito naquela bagagem.


Eles passam o pano na mala novamente. Não é explosivo. Mesmo a alta tecnologia, às vezes, falha. Ou o problema estava na máquina, ou então, o primeiro alerta foi dado por causa de restos de cosméticos, que às vezes disparam o alarme. Enfim, sinal verde para seguir viagem, mas antes, os agentes colocam dentro da mala um aviso de que ela foi aberta.


Por causa de toda essa segurança, cada vez menos as pessoas travam as malas na hora de viajar. Hoje aproximadamente 10% dos passageiros usam cadeados. O departamento de segurança do transporte aéreo dos Estados Unidos recomenda dez tipos de cadeados. São cadeados que eles têm a chave para abrir caso for necessário. Agora, se for algum tipo de cadeado diferente ele será arrombado.


Procedimentos assim levaram os agentes federais americanos a apreenderem 32 mil itens proibidos, só no ano passado. Entre eles, havia explosivos e armas de fogo.


Depois de passar por oito dos principais aeroportos brasileiros com a réplica do fuzil na bagagem, o Fantástico resolveu fazer um teste ainda mais ousado. Seria possível viajar com o nosso fuzil dentro da cabine de um avião?


Pusemos a suposta arma num compartimento normal de uma bolsa e fomos de carro até o aeroporto da cidade mineira de Juiz de Fora. De lá, nossa intenção era voar até o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, o maior do Brasil.


A réplica do fuzil estava dentro de uma bolsa e o teste final era passar pela segurança e entrar no avião sem que a réplica fosse descoberta.


O repórter tem que passar pelo detector de metal. Mas a mala fica na bancada para ser revistada manualmente, porque no aeroporto de Juiz de Fora não existe máquina de raio X para bagagem de mão. O repórter do Fantástico é então revistado. Depois, a bolsa dele também é inspecionada, mas o nosso fuzil passa pela revista.


Enquanto espera o momento de embarcar, numa área restrita, o repórter abre a bolsa e lá está o nosso fuzil. Ele embarca normalmente, sem ser incomodado por ninguém.


Em pleno voo, o repórter abre a bolsa e exibe o que poderia ser perfeitamente uma arma de verdade.


O repórter desembarca em Guarulhos. Aviões de todo o país e de várias partes do mundo estão naquela pista. Junto com os outros passageiros, o repórter pega o ônibus até a área de desembarque. Ele passa por toda a parte interna do aeroporto, com o nosso fuzil debaixo do braço.


De Guarulhos, ele segue para o Aeroporto de Congonhas. Embarca num voo para o Rio de Janeiro, agora, despachando a réplica na bagagem, que mais uma vez não é detectada.


Foram quase 12 mil quilômetros de voos e nove aeroportos. É assustador.


Procurada pelo Fantástico, a Anac, Agência Nacional de Aviação Civil, que regula o setor, afirmou, em nota, que segundo as normas internacionais não existe a obrigação de passar todas as bagagens pelo raio X quando o voo é doméstico, ou seja, dentro do país.


A Anac informou também que vai fazer uma inspeção no aeroporto de Juiz de Fora, onde o repórter Eduardo Faustini embarcou no avião levando a réplica do fuzil na bagagem de mão.


Também em nota, a Infraero, a empresa que cuida da infraestrutura dos principais aeroportos brasileiros, disse que apenas parte da bagagem despachada nos voos domésticos passa pelo raio X e acrescentou que vai comprar mais aparelhos.


A Infraero disse também que a responsabilidade sobre a inspeção das bagagens é das companhias aéreas e que estas, se encontrarem algum objeto suspeito nas malas despachadas, devem acionar a Polícia Federal.


Procurada pelo Fantástico, a Polícia Federal não quis comentar o assunto.


E o representante do sindicato das empresas aéreas declarou o seguinte: "Teríamos que colocar muito esforço para que possamos chegar me 2014 a 100% de inspeção de bagagens despachadas em todos os aeroportos brasileiros. Eu não digo todos, mas os principais terão", afirmou Rogério Benevides, do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias.


Fonte: G1.com.br

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Candidatos podem pedir de volta taxa de inscrição em concurso dos Correios a partir de hoje (10)

Os Correios começam a devolver, a partir de hoje (10), a taxa de inscrição dos candidatos que iriam participar do concurso público que foi cancelado no fim do ano passado. Quem quiser ter o dinheiro de volta, deverá ir a uma agência própria dos Correios (que não seja uma franqueada), no horário de funcionamento, até o dia 11 de abril.
O candidato deve levar o mesmo documento oficial de identidade utilizado na inscrição e, se possível, o comprovante da inscrição no concurso. No caso de inscrição pela internet, devem ser informados os números do CPF e do documento de identidade. As taxas variam de R$ 30 a R$ 60, de acordo com o cargo.
Os Correios deverão publicar em breve o edital com as informações sobre o novo concurso, como o período de inscrição, valor da taxa, data da realização das provas e o conteúdo programático das disciplinas.
O concurso que deveria ter sido feito no dia 28 de novembro foi cancelado pelos Correios depois que uma decisão da Justiça Federal anulou o processo de contratação da Fundação Cesgranrio, que iria aplicar as provas.
Segundo a estatal, o cancelamento se deu pela necessidade de atualizar a distribuição das vagas por localidades, em função do tempo decorrido desde a publicação do edital original, em dezembro de 2009. Mais de um milhão de pessoas se inscreveram para participar do concurso que foi revogado.

Bíblia e crucifixo são retirados do gabinete de Dilma no Planalto

Em sua primeira semana, Dilma Rousseff fez mudanças em seu gabinete. Substituiu um computador por um laptop e retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede.

domingo, 9 de janeiro de 2011

As sequelas da infidelidade: A pessoa abandonada se sentirá sempre ferida

Sabemos que, na vivência da vida conjugal, nenhum dos cônjuges está completamente cego para as imperfeições do outro. Por maior que seja o tempo de vida em comum, os defeitos da pessoa com quem convivemos, assim como os nossos, sempre devem ser minimizados ou erradicados, a fim de favorecer um ambiente harmonioso em família. A graça de um relacionamento está na atitude do cônjuge de oferecer para o outro aquilo que ele tem de melhor.
A atração recíproca que nos faz permanecer no compromisso não está na dependência física de um para com o outro, nem no medo da solidão, tampouco nas cláusulas que regem as condições de um acordo nupcial. Ainda assim, a sensação de descontentamento dentro de um estado de vida pode acontecer e se tornar cada vez mais crônica quando as crises não são observadas com a atenção necessária ou quando a denúncia de algo que não esteja a contento por parte de um dos cônjuges é omitida. Em meio aos altos e baixos da vida a dois, o casal deixa, ao agir dessa forma, de trabalhar naquilo que tem se despontado como um problema.
Com o desprezo desses cuidados, facilmente os danos de um relacionamento conturbado começam a aparecer em constantes brigas, falta de atenção, descaso e negligência nas coisas que para o outro são importantes; e como consequência disso, o individualismo começa a esvaziar a comunhão da vida do casal e da família.
De modo silencioso, o distanciamento, somado às divergências de opinião, vai induzir a pessoa a acreditar que fez uma opção errada para sua vida e que as respostas para resolver as insatisfações na vida conjugal estão na tentativa de viver uma nova experiência sentimental, deixando para trás os anos de convivência familiar, e embarcando, assim, numa paixão fugaz de um caso amoroso.
Todavia, um relacionamento extraconjugal não envolve planos a longo prazo e podemos também notar que, nesse tipo de união, quase sempre as pessoas estão convictas da superficialidade da relação. Consequentemente o "affaire" se dissipará na mesma intensidade com que teve início. Por menor que seja a duração de um relacionamento superficial, em muitos casos, as dores provocadas pela traição podem ser mais profundas do que se possa imaginar.
Para a pessoa que foi abandonada, os sentimentos estarão sempre feridos; e como família, seus membros se comportam como células de um organismo vivo, desse modo, as sequelas da infidelidade não excluirão de seu alcance também os filhos.
A restauração de um relacionamento conjugal não se faz apenas com a volta física da pessoa ao lar ou com o sustento de suas necessidades. Antes, será necessário conhecer e eliminar os motivos que favoreceram as vias da traição.
Vale a pena considerar que a atitude de sair de casa para viver um relacionamento extraconjugal só necessita do consentimento de quem se abre para esse fim. Então, restabelecer os laços rompidos pela infidelidade deste será uma tarefa de difícil adaptação, exigindo muito mais daquele que foi traído. Recompor a família das dores geradas pela traição e viver o resgate do relacionamento vai impor ao casal dedicação, perdão e tempo.
Mais que gostar da companhia do cônjuge ao nosso lado ou sentir falta das crianças, por exemplo, a beleza singular dos relacionamentos está na disposição de compartilhar vidas ao percebermos na outra pessoa a reciprocidade de todas as nossas manifestações de carinho e disposição para o compromisso em comum.
Um abraço,

Dado Moura
Canção Nova

Prefeitura de Caicó abre inscrições para processo seletivo na segunda (10)

A prefeitura de Caicó abrirá as inscrições para processo seletivo, de caráter temporário, na segunda-feira (10). Serão disponibilizadas 220 vagas, com remunerações variam entre R$ 538 e sete mil reais.
A seleção oferece vagas nos cargos de assistente administrativo, motorista, vigia, arquivista, engenheiro agrônomo, operador de máquinas pesadas, tratorista, capturador, professor, coveiro, calceteiro, eletricista, jardineiro, pedreiro, pintor, soldador, servente de pedreiro, topógrafo, podador, oficineiro, assistente social, cozinheiro, fisioterapeuta, nutricionista, odontólogo e psiquiatra, entre outros.
As inscrições vão até o dia 23 de janeiro, por meio da página da Fundação de Educação Superior e Ação Comunitária (FUC). O custo da taxa de inscrição para candidatos de níveis fundamental, médio e superior é de R$ 30, R$ 40 e R$ 60, respectivamente. Aqueles que não tiverem acesso à internet poderão se inscrever presencialmente na Prefeitura.
Todos os candidatos serão submetidos a provas objetivas, aplicadas no dia de 20 de fevereiro na cidade de Caicó. Além disso, haverá avaliação de títulos para alguns cargos. O resultado preliminar deve ser divulgado no dia 5 abril.

Domingo, 9 de Janeiro - Batismo do Senhor

Evangelho (Mateus 3,13-17)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13Jesus veio da Galileia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João e ser batizado por ele. 14Mas João protestou, dizendo: “Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?”
15
Jesus, porém, respondeu-lhe: “Por enquanto deixa como está, porque nós devemos cumprir toda a justiça!” E João concordou. 16Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água. Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e vindo pousar sobre ele.
17
E do céu veio uma voz que dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus o meu agrado”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.