domingo, 4 de julho de 2010

Matrimômio, caminho de santificação

Quando se fala em santificação precisa-se refletir sobre este termo enquanto processo que temos de passar a vida toda para atingi-lo. Ser santo é um processo: o lindo, mas doloroso, processo de santificação. E isso acontece na nossa vida, no cotidiano de nossa existência.
A pessoa casada experimenta de forma muito real este processo na sua vida, pois o matrimônio é um caminho certo para se alcançar a santidade. Começa pelos primeiros anos de casados com a adaptação à outra pessoa: os conceitos dela, a forma de viver e se comportar que passa de um viver individual para um viver a dois; os seus defeitos e imperfeições, que se confrontam com os nossos; a saída da casa dos pais ou de sua própria casa. Todos os conflitos resultantes dessa adaptação são sofrimentos que levam à santificação.
Com o passar dos anos começam outros processos, pois a pessoa muda de costumes e adquire outras manias e formas de pensar. Algumas delas se alienam, se fecham em si mesmas tornando-se egoístas e individualistas; outras se abrem demais e esquecem que estão casadas. Nascem os filhos e as dificuldades continuam a crescer: preocupações, doenças, noites sem dormir, perdem muitas vezes o foco no próprio matrimônio, ficando os filhos como barreiras para o encontro amoroso. Tudo isso é matéria-prima para a santificação dos cônjuges. O problema é quando a pessoa desiste de ser santa e resolve jogar fora a sua maior oportunidade de santificação: quem Deus colocou ao seu lado.
Vejo que os matrimônios de hoje precisam amadurecer nesta realidade: a santificação pessoal de cada pessoa: o esposo, a esposa e os filhos. Mas também isso não é desculpa para que continuem acontecendo as brigas, as discussões enormes, as agressões físicas e morais. Precisamos, sim, investir na própria concepção de pessoa: querer ser melhor para viver melhor com o(a) outro(a), aprender a perdoar e a receber perdão e acolher as dificuldades como formas de santificação que a Divina Providência nos proporciona.
Deus abençoe você. 
Diácono Paulo Lourenço

Hoje tem o João Pedro

Hoje após a missa das 7 horas da noite em frenta a Matriz de São José aqui em Caicó será festejado o João Pedro da paróquia, desde já todos estão convidados a participar. Terá música ao vivo, quadrilha, comidas típicas e muito mais. 
Venham conferir o João Pedro mais animado da nossa cidade.

Aviso importante

As missas que vinham sendo celebradas na Catedral de Sant'Ana ocorrerão no Santuário do Rosário.

A informação foi dada pelo monsenhor Edson Medeiros.

O motivo é a intedição da Catedral de Sant'Ana por causa de problemas na cobertura do templo.

Domingo, 4 de Julho, Solenidade de São Pedro e São Paulo

Evangelho (Mateus 16,13-19)


— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.



- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

sábado, 3 de julho de 2010

Argentina é eliminada com goleada: Alemanha 4 a 0

Qual o melhor comentário sobre a notícia acima?
a) Placar de gols na Copa: Tshabalala 1 x 0 Messi.
b) Placar de títulos de Copa: Vampeta 1 x 0 Messi.
c) Placar de títulos da seleção argentina de futebol profissional: Antes do antidoping 17 x 0 Depois do antidoping.
d) Don’t Messi with Germany!
e) Convenhamos: é melhor chupar laranja que chupar salsichão.

Exército lança dois editais com oferta de 1.211 vagas para a Escola de Sargentos

O Exército Brasileiro lançou dois processos seletivos nesta sexta-feira (2/7) com oferta de 1.211 vagas para os cursos de Formação de Sargentos do Exército, cujas aulas serão realizadas entre maio de 2011 e novembro de 2012. O primeiro edital abre 1.190 chances para as áreas de combatente/logística-técnica, aviação e material bélico (manutenção de viatura de auto). O segundo oferece 21 oportunidades para as especialidades de saúde e música.
Os editais foram publicados na seção 3 do Diário Oficial da União, a partir da página 35. Para concorrer, é preciso ser do sexo masculino, ter concluído o ensino médio e idade entre 18 e 24 anos até 30 de junho de 2011.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 20 de julho por meio da página www.esa.ensino.eb.br. A taxa de participação custa R$ 70.
Etapas
Todos os candidatos farão exame intelectual, de aptidão física, revisão médica e comprovação de requisitos biográficos. De acordo com a área disputada, haverá também avaliação psicológica e inspeção de saúde.
A primeira etapa, cujas questões serão de Matemática, Português, História e Geografia do Brasil, está marcada para o dia 15 de novembro.

Como funciona

O curso de formação de sargentos é realizado em duas etapas. Primeiro, os aprovados passam pelo período básico, com duração de seis meses, em uma das Organizações Militares de Corpo de Tropa (OMCT) espalhadas pelo Brasil.
Depois dessa fase, os candidatos passam pelo período de qualificação, com duração de 10 meses, que é realizado em uma das Escolas de Formação. Nesse período, as instruções são voltadas para qualificar o militar dentro de sua especialidade. Ao final do curso, conforme o mérito do aluno e dentro das vagas oferecidas, o concorrente escolhe a Organização Militar onde irá servir.
Outras vagas abertas no Exército
Com os dois editais lançados nesta sexta-feira (2/7), sobe para 3.410 o número de vagas abertas no Exército. Ao todo, são 10 editais com ofertas para candidatos de níveis médio e superior.

Eles passarão. Eu passarinho.


Antes, bem antes, havia uma certeza. Se o Brasil fosse campeão, o provável sentimento seria o da vingança. Se não fosse, o rancor e a caça às bruxas dominariam as manchetes.
Relações esfaceladas e agressões gratuitas. Comissão técnica e torcida dunguista versus imprensa e torcida anti-dunguista. No meio disso tudo, os jogadores. Pragmaticamente passivos e cordiais, preferiram não incendiar os oponentes. Não reclamaram dos métodos draconianos de Dunga, muito menos entraram na briga contra boa parte dos jornalistas. Foram dignos na derrota. Não fugiram das entrevistas. Nem mesmo o Judas Felipe Melo. Dele, ouvimos uma declaração comovente. “Não é fácil ligar para o teu filho e ouvi-lo chorar”. De Michel Bastos, que também não rendeu o que sabe, a frase-símbolo da desgraça social brasileira, onde só o futebol permite a ascensão financeira completa: “É triste, porque eu cheguei até aqui vindo do nada e sair desta forma”. Ainda bem que o povo anda mais maduro.
A cada década que passa, choramos as lágrimas necessárias. Sem o exagero em preto-e-branco de 1950, o luto eterno por 1982, o castigo injusto a Zico em 1986… Na final de 98, aprendemos a aplaudir Zidane. Aprendemos tanto que aplaudimos novamente em 2006.
E chegou 2010. Dois de julho de 2010.
O Brasil saiu da Copa, mas amanhã, por incrível que pareça, lá está o sol novamente iluminando o caminho de milhões de trabalhadores que precisam bater o ponto para sustentar milhões de famílias. A Seleção perdeu. Mas o Brasil ganhou um cadinho mais de maturidade. Vamos xingar, vamos reclamar, vamos culpar, vamos desculpar… mas vamos também continuar a assistir à copa. Quase cinco horas depois da montanha laranja festejar, o pranto verde-amarelo já secara. E a tristeza era senhora em Gana. Derrota muito mais terrível do que a nossa. Cruel, horrorosa, catártica.
Passou o Uruguai. Em busca do tri. Passou a Holanda, em busca da primeira estrela na camisa. Passou Dunga pela Seleção. Passaram Kaká, Robinho, Luis Fabiano, Júlio Batista. Passou um filme na cabeça de muita gente. Tudo passa.
 E, em algum lugar, Mário Quintana repete: “Eles passarão, eu passarinho.”