segunda-feira, 12 de abril de 2010

Jesus Cristo existiu ou foi um mito?

Conta-se que certa vez um soldado de Napoleão Bonaparte, empolgado com as conquistas do grande imperador da França, lhe disse:
- Imperador, pode fundar a nossa religião e a nossa igreja. Estamos prontos a seguir Sua majestade.
Ao que Napoleão lhe teria respondido: - Filho, para alguém inaugurar uma religião e fundar um igreja, precisa de duas coisas: primeiro, morrer numa cruz; segundo, ressuscitar ao terceiro dia. A primeira eu não quero e a segunda eu não posso; então, para com esta estória de fundar uma igreja e uma religião.
O que mais me impressiona nesta narração, que ouvi de um professor universitário de História, é que Napoleão não era bom católico, tanto assim que foi o primeiro imperador a não aceitar ser coroado pelo Papa, quando este era o costume da época, e mais: mandou prender o Papa Pio VI, e depois, o Papa Pio VII, quando este não quis concordar com o divórcio do seu irmão Jerônimo. No entanto, Napoleão sabia que só Jesus tinha credenciais divinas para fundar uma Igreja.
A Igreja Católica é a única que foi fundada expressa e diretamente por Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, Deus verdadeiro. Isso é o que faz dela a única Igreja autêntica. As outras são invenções dos homens.
Mas muitos perguntam: será que Jesus Cristo é mesmo Deus? Será que Jesus existiu mesmo? Será que fundou a Igreja mesmo?
Vamos responder a cada uma dessas perguntas. Comecemos pela existência histórica de Jesus Cristo.
Além dos Evangelhos e Cartas dos Apóstolos, a mesma História que garante a existência dos faraós do Egito, milhares de anos antes de Cristo, garante a existência de Jesus. Muitos documentos antigos, cuja autenticidade já foi confirmada pelos historiadores, falam de Jesus. Vamos aqui dar apenas alguns exemplos disso e mostrar que Nosso Senhor Jesus Cristo não é um mito.
Documentos de escritores romanos (110-120):
1.Tácito (Publius Cornelius Tacitus, 55-120), historiador romano, escritor, orador, cônsul romano (ano 97) e procônsul da Ásia romana (110-113), falando do incêndio de Roma, que aconteceu no ano 64, apresenta uma notícia exata sobre Jesus, embora curta:
“Um boato acabrunhador atribuía a Nero a ordem de pôr fogo na cidade. Então, para cortar o mal pela raiz, Nero imaginou culpados e entregou às torturas mais horríveis esses homens detestados pelas suas façanhas, que o povo apelidava de cristãos. Este nome vêm-lhes de Cristo, que, sob o reinado de Tibério, foi condenado ao suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. Esta seita perniciosa, reprimida a princípio, expandiu-se de novo, não somente na Judéia, onde tinha a sua origem, mas na própria cidade de Roma” (Anais, XV, 44).
2. Plínio o Jovem (Caius Plinius Cecilius Secundus, 61-114), sobrinho de Plínio, o Velho, foi governador romano da Bitínia (Asia Menor), escreveu ao imperador romano Trajano, em 112:
“[...] os cristãos estavam habituados a se reunir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cantar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus” (Epístolas, I.X 96).
3. Suetônio (Caius Suetonius Tranquillus, 69-126), historiador romano, no ano 120, referindo-se ao reinado do imperador romano Cláudio (41-54), afirma que este “expulsou de Roma os judeus, que, sob o impulso de Chrestós (forma grega equivalente a Christós, Cristo), se haviam tornado causa frequente de tumultos” (Vita Claudii, XXV).
Esta informação coincide com o relato dos Atos dos Apóstolos 18,2, onde se lê: “Cláudio decretou que todos os judeus saíssem de Roma”; esta expulsão ocorreu por volta do ano 49/50. Suetônio, mal informado, julgava que Cristo estivesse em Roma, provocando as desordens.
Documentos judaicos:
1. O Talmud (Coletânea de leis e comentários históricos dos rabinos judeus posteriores a Jesus) apresentam passagens referentes a Jesus. Note que os judeus combatiam a crença em Cristo, daí as palavras adversas ao Senhor.
Tratado Sanhedrin 43a do Talmud da Babilônia:
“Na véspera da Páscoa suspenderam a uma haste Jesus de Nazaré. Durante quarenta dias um arauto, à frente dele, clamava: “Merece ser lapidado, porque exerceu a magia, seduziu Israel e o levou à rebelião. Quem tiver algo para o justificar venha proferi-lo!” Nada, porém se encontrou que o justificasse; então suspenderam-no à haste na véspera da Páscoa.”
2. Flávio Josefo, historiador judeu (37-100), fariseu, escreveu palavras impressionantes sobre Jesus:
“Por essa época apareceu Jesus, homem sábio, se é que há lugar para o chamarmos homem. Porque Ele realizou coisas maravilhosas, foi o mestre daqueles que recebem com júbilo a verdade, e arrastou muitos judeus e gregos. Ele era o Cristo. Por denúncia dos príncipes da nossa nação, Pilatos condenou-o ao suplício da Cruz, mas os seus fieis não renunciaram ao amor por Ele, porque ao terceiro dia ele lhes apareceu ressuscitado, como o anunciaram os divinos profetas juntamente com mil outros prodígios a seu respeito. Ainda hoje subsiste o grupo que, por sua causa, recebeu o nome de cristãos” (Antiguidades Judaicas, XVIII, 63a).
Documentos Cristãos:
Os Evangelhos narram, com riqueza de detalhes históricos, geográficos, políticos e religiosos a terra da Palestina no tempo de Jesus. Os evangelistas não poderiam ter inventado tudo isso com tanta precisão.
São Lucas, que não era apóstolo nem judeu, fala dos imperadores César Augusto, Tibério; cita os governadores da Palestina: Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias e outros personagens como Anás e Caifás (cf. Lc 2,1;3,1s). Todos são muito bem conhecidos da História Universal.
São Mateus e São Marcos falam dos partidos políticos dos fariseus, herodianos, saduceus (cf. Mt 22,23; Mc 3,6).
São João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (cf. Jo 5,2), o Lithóstrotos ou Gábala (cf. Jo 19, 13), e muitas outras coisas reais. Nada foi inventado, tudo foi comprovado pela História.
Além dos dados históricos sobre a vida real de Jesus Cristo, tudo o que Ele fez e deixou seria impossível se Ele não tivesse existido. Um mito não poderia chegar ao século XXI [...] com mais de um bilhão de adeptos.
Os Apóstolos e os evangelistas narraram aquilo de que foram testemunhas oculares; não podiam mentir sob pena de serem desmascarados pelos adversários e perseguidores da época. Eles eram pessoas simples, alguns, pescadores e nunca teriam a capacidade de ter inventado um Messias do tipo de Jesus: Deus-homem, crucificado, algo que era considerado escândalo para os judeus e loucura para os gregos. Jamais isso seria possível com Israel sob o jugo romano, dominador intransigente.
Outro fato marcante é que os judeus esperavam um Messias “libertador político”, que libertasse Israel dos romanos, no entanto, os Evangelhos narram um Jesus rejeitado pelos judeus, e que vem como libertador espiritual e não político. Os apóstolos teriam a capacidade e a coragem de inventar isso? Homens rudes da Galileia não teriam condições também de forjar um Jesus tão sábio, santo, inteligente, desconcertante tantas vezes.
Tem mais, a doutrina que Jesus pregava era de difícil vivência no meio da decadência romana; o orador romano Tácito se referia ao Cristianismo como “desoladora superstição”; Minúcio Félix falava de “doutrina indigna dos gregos e romanos”. Os Apóstolos não teriam condições de inventar uma doutrina tão diferente para a época.
Será que poderia um mito ter vencido o Império Romano? Será que um mito poderia sustentar os cristãos diante de 250 anos de martírios e perseguições? O escritor cristão Tertuliano (†220), de Cartago, escreveu que “o sangue dos mártires era semente de novos cristãos”.
Será que um mito poderia provocar tantas conversões, mesmo com sérios riscos de morte e perseguições?
No século III já havia cerca de 1.500 sedes episcopais (bispos) no mundo afora. Será que um mito poderia gerar tudo isso? É claro que não.
Será que um mito poderia sustentar uma Igreja, que começou com doze homens simples, e que já tem 2.000 anos; que já teve 264 Papas e que tem hoje mais de 4.000 bispos e cerca de 410 mil sacerdotes em todo o mundo? As provas são evidentes. Negar, historicamente que Jesus existiu, seria equivalente a negar a existência de Platão, Herodes, Pilatos, Júlio César, Tibério, Cleópatra, Marco Antônio, entre outros. 

Prof. Felipe Aquino, com. Canção Nova

domingo, 11 de abril de 2010

SESC fará processo seletivo

O SESC vai realizar processo seletivo com o objetivo de selecionar pessoal para preenchimento de uma vaga no cargo de auxiliar sob o regime CLT, para a unidade operacional de Caicó.

É exigido no mínimo que os interessados tenham concluído a antiga 4ª série primária.

O candidato selecionado deverá declarar, por escrito, que não é parente até terceiro grau civil (afim ou consaguíneo) de servidores do SESC ou do SENAC, de membros, efetivos ou suplentes, dos conselhos nacional, fiscal e dos conselhos regionais do SESC e do SENAC no Rio Grande do Norte, bem como de dirigentes de entidades sindicais ou civis, do comércio, patronais ou de empregados.

O processo seletivo constará de duas etapas:

Caráter eliminatório, com provas de português e matemática.


Eliminatório e classificatório, com entrevista com os candidatos que obtiverem média igual ou maior que 5 na primeira etapa.

Os interessados deverão fazer suas inscrições no período de 15 a 16 de abril, das 9 às 11 horas e das 14 às 17 horas.

As inscrições poderão ser realizadas no SESC que fica situado no Bairro Boa Passagem.

I Workshop de Comunicação

Durante a manhã e tarde deste sábado (10/04), aconteceu na cidade de Caicó o I WORKSHOP DE COMUNICAÇÃO, realizado pela Pastoral da Comunicação da Diocese de Caicó.
A PASCOM da Paróquia de São José de Caicó se fez presente ao evento, através de  Lucinete Araújo, José Mário e este blogueiro.
Na parte da manhã, Cacilda Medeiros, integrante da PASCOM da Arquidiocese de Natal, falou sobre RÁDIO, esclarecendo sobre os programas de rádio e a importância desse veículo de comunicação para a evangelização.
À tarde, Joseilzon Lima falou sobre blogs, enfatizando a forma de criação e as ferramentas disponíveis para melhorar os blogs já existentes.
O encontro encerrou com palavras do Padre Héliton Marconi, Pároco de Cruzeta, coordenador diocesano da PASCOM
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Hoje é Festa de Emancipação política de Acari/RN

Acari celebra neste domingo, 11 de Abril, sua festa de Emancipação Política, que este ano marca os 177 anos da cidade. Nesse período se desenvolve uma intensa programação festiva em comemoração ao aniversário da cidade. O evento é comemorado com alvorada pelas principais ruas, missa em ação de graças, corrida rústica, exposições artístico-culturais, apresentação da Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas, festa popular com shows de bandas, etc.

Confira abaixo a programação deste ano de 2010:

De 01/04 a 23/04 - Projeto "Páginas da História II", desenvolvido pelas escolas muncipais (no dia 23 será o produto final com o lançamento dos livros e apresentações culturais, no Municipal Clube);
De 06/04 a 09/04 - Exposição no arquivo da Prefeitura Municipal de Acari, sobre os poderes constituídos;
Dia 09/04 - II Exposição das Ações do Programa Bolsa Família, como também do Programa Brasil Alfabetizado e RN Caminhando, na Praça Cipriano Pereira; Inauguração do Laboratório de Informática e do Parque Infantil da Escola Municipal Profª Terezinha de Lourdes, as 19h, na sede da escola;
Dia 10/04 - Festa da Emancipação Política, com animação de Marquinhos Carrera & Banda Sakulejo no trio elétrico pelas ruas da cidade e Forró Pega na Boneca no Municipal Clube, com entrada franca;
Dia 11/04: 6h - Alvorada pelas principais ruas; 16h - VIII Corrida Rústica; 19h - Missa em Ação de Graças, na Matriz de Nossa Senhora da Guia.

Com informações de Romeu Dantas

2º Domingo da Páscoa Divina Misericórdia

Evangelho (João 20,19-31)

— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.
22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.
24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!”
Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.
26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”.
27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”.
28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!”
29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
 
-Palavra da Salvação. 
-Glória a vós Senhor

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Dirigente da Williams elogia Rubinho: 'Ele é melhor do que vários campeões da F-1'

G1.com

Sam Michael, diretor-tecnico da Williams, se desmanchou em elogios a Rubens Barrichello após o GP da Malásia. Segundo o dirigente, o brasileiro, de 37 anos, está sendo uma surpresa positiva para a equipe, graças à experiência e à qualidade de seu conhecimento técnico. O australiano disse que as informações do piloto já ajudaram a melhorar o carro deste ano.

- Barrichello é tão bom, que nos perguntamos: "como este cara nunca se tornou um campeão do mundo?" Ele é melhor do que vários pilotos que ganharam títulos. Sempre temos uma fase de lua-de-mel, mas até agora é uma parceria perfeita. Tenho de dizer que Barrichello é um dos melhores pilotos com quem já trabalhei. Ele tem grande importância no desenvolvimento do FW32 - diz Michael.

Para o dirigente, Barrichello trabalha em um nível mais alto que qualquer piloto que já tenha passado pela Williams desde que chegou à equipe, em 2001. Sam Michael diz que Frank Williams e Patrick Head, chefes do time, compartilham da mesma opinião.

- É maravilhoso. Para ser honesto, nunca trabalhei com alguem tão bom quanto ele desde Heinz-Harald Frentzen e Damon Hill na Jordan, há 12 anos. Foi a última vez com que trabalhei com pessoas do calibre de Barrichello. Ele realmente é muito impressionante. Pensávamos que ele seria bom, mas ele excedeu nossas expectativas. E isto serve para todas as pessoas do time, até Patrick Head e Frank Williams. Ele está em um nível realmente especial.

Michael diz também que o brasileiro tem ajudado muito seu companheiro de equipe, o alemão Nico Hulkenberg. Ele estreia na F-1 nesta temporada e tem aproveitado a experiência do brasileiro.

- Ele tem muita experiência e isso ajuda o Nico (Hulkenberg, companheiro de Barrichello). Além disso, tem um conhecimento enorme: para cada dois testes de mudança de cambagem que Nico fez, Rubens já fez 100.

'Não tinha conhecimento desse risco todo', diz prefeito de Niterói

G1.com

O prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira (PTD), admitiu, na noite desta quinta-feira (8), que sabia que a comunidade do Morro do Bumba, no Cubango, atingida por um deslizamento de terra na noite de quarta-feira (7), tinha sido construída sobre um antigo lixão. O PDT administrou a cidade 15 dos últimos 21 anos.

“A gente sabia que o lixão estava desativado há 30 anos. Quando eu assumi pela primeira vez, já havia um início de ocupação. A região é muito pobre e as informações que eu tinha eram de que aquele aterro era muito antigo e não representava nenhum risco”, disse.

Sobre a remoção das famílias, o prefeito afirmou que se soubesse da gravidade da situação do terreno teria providenciado o reassentamento dos moradores. “As pessoas dizem assim: ‘deviam ter removido’, mas quem fala isso não conhece o real Brasil hoje. Eu, realmente, não tinha conhecimento que havia esse risco todo. Se eu soubesse, evidentemente, teria providenciado isso”.

Jorge Roberto Silveira afirmou, ainda, que vai tentar convencer a população que está morando em área de risco a deixar as casas. “Nós vamos tentar convencê-los de que eles têm que sair”, afirmou Jorge Roberto Silveira.

Ele reafirmou que se tivesse conhecimento do risco que os moradores estavam passando, teria removido as famílias da comunidade: “Se eu tivesse conhecimento do risco que era, evidente que eu teria entrado ali, enfim. Eu sei que as pessoas têm a necessidade de encontrar culpados, então, paciência, o prefeito tem que ter a responsabilidade mesmo e eu já assumi”.

O município de Niterói registrou o maior número de vítimas fatais no estado, 107, segundo o Corpo de Bombeiros. O prefeito decretou estado de calamidade pública. Ele também decretou luto oficial de uma semana. Foram registrados óbitos nas localidades do Morro Boa Vista, Tenente Jardim, Ponta da Areia, Martins Torres, Morro Cova da Onça, Morro do Bumba, Estrada da Cachoeira, Estrada Fróes e Travessa Beltrão.